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A glória não está em não cair…, mas sim em levantar-se sempre…

As diferentes qualidades físicas nas aulas de Spinning…

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Atento o sucesso que vai tendo neste blog um artigo já antigo que fala de spinning, decidi investigar um pouco e vir trazendo para aqui, a pouco e pouco, mais algumas das ideias que fui recolhendo sobre esta matéria.

Assim, aqui fica mais um artigo para entreter:

Não restam dúvidas que os atletas mais beneficiados com o spinning são os ciclistas, uma vez que esta actividade assenta na fundamentação teórica do ciclismo e cada situação ali vivida tem um grau de dificuldade diferente, o que privilegia os atletas de qualidades físicas também diferentes.

Numa aula de spinning cada situação é traduzida pelas diferentes ordens impostas pelo monitor, e que visam simular as dificuldades do ciclismo real,  e tal como acontece ao ar livre, nas aulas cada aluno se diferencia também em diferentes momentos por causa do respectivo biótipo.

Monte com eles...

Assim, as pessoas de baixa estatura e mais leves costumam levar vantagem nas manobras em pé simulando subidas. No ciclismo pessoas com essas características são conhecidas como trepadores que levam grande vantagem serra acima.

Os mais corpulentos da aula conseguem pedalar nessa mesma situação com cargas mais altas, e esse biótipo no ciclismo não costuma subir tão rápido, mas “escapam-se” bem nas chamadas “fugas” ou “escaramuças” nas etapas devido à potência muscular que possuem.

Os alunos de estatura média, nem corpulentos nem pequenos, embora não se destaquem em nenhuma manobra específica na aula, podem mostrar uma resistência mais elevada.

No jogo de equipa no ciclismo são os que controlam o pelotão.

Podemos observar ainda um outro tipo físico. Os pequenos com as coxas muito grossas. Esses costumam ser bons nos estímulos de curta distância dos intervalos com grande rotação, que no ciclismo são os sprinters.

E os fraquinhos… 😉

Outro factor a ser levado em conta nas aulas de spinning é a facilidade que as mulheres têm por desfrutar desta actividade em função do menor diferencial de força nos membros inferiores que apresentam, quando comparado com a dos homens.

Linda menina...

Nos valores de força absoluta, as mulheres são cerca de 50% mais fracas do que os homens nos segmentos corporais superiores, mas esta diferença cai para 30% quando se analisa apenas os membros inferiores.
Essa diferença pode ser ainda menor se compararmos homens destreinados contra mulheres treinadas.

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Autor: ZeNiGhT

Equipe BTT

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