GandaM@lhos BTT

A glória não está em não cair…, mas sim em levantar-se sempre…


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A evolução da “roda”…

Um artigo… interessante…!

(…) Qual escolho? .. ou para qual mudo?(…)

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FUI!

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Tábua – O paraíso do BTT!

Tábua é um pequeno concelho do distrito de Coimbra, que conta com perto de 12.000 habitantes. Alegadamente, este nome provém da referência a uma muito antiga ponte de madeira que havia sob o rio Mondego, entretanto substituída por uma de cantaria, e que hoje está submersa pelas aguas da barragem da Aguieira.

Formação de partida…

Tábua e BTT, tornaram-se num fenómeno muito especial no meio betetístico nacional.  Para se ter uma ideia da dimensão deste acontecimento, cabe aqui referir, por exemplo, que as inscrições para esta prova se iniciaram em Janeiro, e após 10 dias, já contava com 500 inscritos! Passado 1 mês e meio, estavam encerradas as inscrições, com perto de 800 participantes com pagamento regularizado!
Num dos fóruns mais populares do meio do BTT, o ForumBTT, o respectivo tópico de promoção do evento contou com 79 000 visualizações, e mais de 900 respostas!

Por detrás deste enorme sucesso está a ,  que organiza eventos tão diversos, como “descida em carros de rolamentos” (tenho que experimentar isto, para matar saudades… 😉 ),  passeios pedestres, passeios de carros clássicos, passeios TT, etc.

E como o sucesso, ainda não cai do céu, estes jovens têm que desempenhar um trabalho de excelência. O gigantesco trabalho desta equipa, passa, no caso do BTT, por um conjunto enorme de tarefas, que passam pela escolha dos percursos, pela “criação”, no sentido literal, de locais que permitem aos betetistas momentos de diversão ímpares, bem como construção de pontes, limpeza de trilhos, marcações, etc.

Criando pontes…

E ainda arranjam tempo para criar umas brincadeiras, que arrancam largos sorrisos aos participantes. No ano passado, havia um Tarzan, e um conjunto de animais ferozes no single track “A SELVA”… Este ano, havia um “Controle Virtual” aos participantes, onde estes se confrontavam com uma beldade…, e um “fiscal” escondido, que verificava se o pessoal olhava mais de 4 vezes para a dita beldade… tudo sob pena de desclassificação… Único e espectacular!

A zona envolvente de Tábua, não apresenta grandes incidentes de relevo, o que torna a prova mais acessível a nível físico, porque não tem aquelas subidas em montanha de km de extensão. Tratando-se de uma área bastante arborizada, existem verdadeiros tesouros com razoável extensão, para os betetistas se divertirem. Os chamados single tracks, em Tábua, ganham uma dimensão verdadeiramente espectacular, diferentes, aliciantes, divertidos, e que exigem alguma destreza ao comando da bicicleta. Este ano foram 13 km em singles, qual deles o melhor. Vale Perdido e Trilho dos Moinhos, ficaram-me na memória mais um pouco que os outros. Descidas bem rápidas que aumentam a adrenalina, não falta absolutamente nada!

Evento absolutamente imperdível, onde apenas se lamenta que seja realizado apenas uma vez por ano!

GandaM@lhos…

Como não podia deixar de ser,  disse presente, e ainda para mais foi possível reunir com mais 2 GandaM@lhos! Como no ano passado não foi possível terminar a totalidade do percurso, este ano as expectativas estavam bem elevadas. Muito bem preparados, pese embora já não compareçam em eventos organizados, tinham como objectivo o desfrutar dos trilhos, e acabaram no seu bom ritmo, por se divertir imenso, terminando a maratona muito satisfeitos.

Chegando ao 3.º reforço…

A um ritmo … de diversão, mas ligeiramente mais acelerado…, pude desfrutar de 70 km de trilhos espectaculares, de uma maratona absolutamente ímpar, onde é impossível apontar qualquer reparo que seja. Parabéns aos MK Makinas!

CLASSIFICAÇÕES AQUI

Vamos aguardar por todo o conteúdo multimédia, para continuar aqui a divulgar!

Fica o boneco da altimetria;

Sobe e desce…

As fotos possíveis no

O meu registo

O percurso no .

e FUI!


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G@ndas furos no Reino Maravilhoso…

Recuperando o título e a citação do Miguel Torga no ano passado, por esta altura, segundo a qual “o universo é um lugar sem paredes”, a propósito de uma das provas de BTT, para mim, das melhores organizadas em Portugal…pode mesmo dizer-se que… provavelmente, o Universo não terá paredes… e nisso estaremos de acordo…!
O paraíso, também  não as terá certamente …e, de acordo estamos…!

Às voltinhas…

Agora…, que existam pedras e picos bastantes para furar o mesmo pneu da bike de um betetista 2 vezes em 10 km …! Só mesmo um grande azar, (ou uma grande desculpa…),  justifica!

É apenas para nos lembrar que, até mesmo no paraíso… podemos estar à mercê daquilo que menos esperamos…
Dito isto, para reportar que, uma vez mais, na longínqua  localidade de Ervedosa, concelho de Vinhas, distrito de Bragança, província do Reino Maravilhoso, (Trás os Montes!)  se repetiu uma vez mais, aquela que faria corar de vergonha, algumas organizações de provas de BTT mais mediáticas deste “jardim”  ao pé do mar plantado…

Na amena cavaqueira…

Na sua 5.ª edição, e fazendo parte de um evento competitivo, o Open regional de Maratonas da Associação de Ciclismo de Bragança, a Rota do Mineiro da Ervedosa vai-se  consolidando cada vez mais, com um grande papel de destaque no BTT transmontano, por força da sua exemplar organização, trilhos de excelência, e sempre organizada sob mão de “Ferro” …

Como merece, apenas posso versar sobre aquilo que assisti… e participei. E foi uma… pasme-se….: –  Mini-Maratona!

10 km de pura adrenalina a mudar,  primeiro, uma câmara de ar com gel, logo ao km 3 (!!!) , depois, derreter as (2) bombas de CO2 que trazia, a tentar segurar um novo furo, e chegar triunfante à meta… com uma média estonteante de 10 km/h,  e poder  informar a mesa de controle que era um DNF….  😦

Gostei da ligeireza do percurso, que ainda assim, após o km “zero”, (novidade!) tinha uma boa subidinha para aquecer as pernas, uma descida potente, para me furar o pneu… (2x) (grr!!!) e um troço com bastante lama que deu para recuperar posições na luta dos primeiros classificados na mini-maratona…

Estou capaz de me habituar a estas lides…! das mini maratonas… 😉

Acabei por isso, passar mais tempo no espectacular almoço que oferece a participação, onde a comida é servida em travessa aos concorrentes, podendo estes comer e beber à discrição. Da ementa constava javali no pote, Galo no pote, e posta de vitela na brasa. Constava igualmente a boa disposição de todos, e a simpatia do Sr. Presidente da junta, que sempre preocupado, não deixou que nada faltasse a todos quantos estiveram presentes.

Ervedosa em festa…

Certamente que terei oportunidade de realizar o percurso completo, noutra ocasião, por isso:

– Venha o próximo BTT Rota do Mineiro! de preferência sem furos!

E não adianta prosar muito mais!

As fotos possíveis no

O meu registo

O percurso (muito incompleto!) no .

FUI!


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“Fantastica… Mêda …mente” brutal!…

O título do presente post contém a minha invenção de uma palavra que pretende resumir o que me ficou deste fim de semana de BTT: – Fantásticos e brutais trilhos na Mêda!

Mêda, é uma pequena cidade sede de concelho, inserida no distrito da Guarda, onde o relevo e paisagem fazem uma espécie de transição entre duas regiões bem características do nosso país, O Alto Douro e o planalto Beirão. O município conta nas suas freguesias, autênticos tesouros que merecem uma cuidada visita, não podendo deixar de referir aqui um local verdadeiramente espectacular, a aldeia histórica de Marialva.

Marialva

Zona de excelente gastronomia, a preços mesmo muito convidativos, e com boas unidades hoteleiras.

As suas raízes no BTT iniciaram-se, creio que há 4 anos com a organização de um Passeio denominado “Rota Histórica da Mêda” , organizado pelo clube BTT Montemozinho, e apadrinhado pela Associação de Ciclismo do Porto. No ano passado atingiu um momento alto da sua existência, pois acolheu a realização do campeonato nacional de maratonas XCM.

Boa disposição, mas pouca força nas canetas…

Este ano foi o palco escolhido para a realização da etapa #3 da Taça de Portugal de XCM. A filosofia do evento assenta em colocar os betetistas a percorrer os excelentes trilhos do concelho, levando os atletas a visitar aqueles locais carregados de história, como Casteição Marialva e Longroiva.

Fico com a sensação de que vai ocorrendo uma clara inversão no alcance do evento, que começou inicialmente por ser dirigido essencialmente a betetistas de recreio, e agora está nitidamente vocacionado para ser um evento competitivo. Fiquei com sensação de que a proporção de atletas de competição e recreio seria, 2/3 de competição para 1/3 de promoção e recreio. Acredito que com uma melhor promoção, se poderia chegar facilmente a números inversos, e assim poder tornar Mêda mesmo numa grande festa de BTT como Barcelos, Batalha, Portalegre, ou Alte, que conseguem número de participantes bem acima do milhar.

Marialva

Com a partida agendada para as 10:00 da manhã de um dia que se previa de calor intenso, dei inicio a um dos mais bonitos e divertidos percursos de BTT que fiz até hoje, não tendo, no entanto, sido capaz de o completar na íntegra… O excesso de calor que se fazia sentir à hora a que cheguei à ZA3, o facto de me ter divertido tanto até aquele local, na memória vai ficar por muito tempo a subida para Marialva, e percorrer aquelas ruínas, tal qual um cavaleiro montado na sua fiel e fiável montada KTM 😉 , e, ainda o facto de que mais de metade da altimetria estava reservada para aqueles últimos 20 km, fizeram com que tomasse a decisão mais acertada, e colocasse a bike em cima do carro e voltasse à Mêda, com um grande sorriso de felicidade…

Últimos momentos … em Mêda, na ZA3.

Eu sei que sou “fraquinho” , “manco”,”velho” e “barrigudo”, mas adoro andar de bicicleta, e ontem não me apetecia sofrer! … Apenas divertir-me!

Pude aproveitar e participar naquele “circo” que se monta no início das provas de BTT e estar próximo de todos aqueles tubarões do BTT nacional, deu para acompanhar e ajudar com apoio moral uma colega do CDCamarneira, equipa do meu amigo Tomé, que trazia problemas no desviador traseiro, enfim…

Deu para ver que cada dia que passa, mais gosto do BTT!…

O vencedor da XCM # 3 2012: Ruben Almeida

Como atleta federado, a participar individualmente, nestas provas oficiais conto sempre com a presença do meu “director desportivo” nas ZA’s, pelo que normalmente não uso mantimentos fornecidos pela organização, mas não pude deixar de reparar na singeleza dos abastecimentos compostos apenas por fruta e água.

A vencedora feminina, Maaris Meier.

E falando na organização, cabe aqui referir a irrepreensível marcação nos trilhos, as excelentes condições que oferece o complexo de piscinas de Mêda, bem como o apoio de parque de campismo grátis para participantes. Contou igualmente com apoio de muitos voluntários e um grande efectivo de GNR, nos cruzamentos de estradas nacionais.

Fiquei com a sensação de que o secretariado (da parte da competição) não estaria muito eficiente. Quanto ao mais, de referir que a opinião que trago de uma organização, resulta normalmente do 1.º contacto, seja pelos canais de promoção, como a net, ou, no contacto pessoal no secretariado. E aqui duas pequenas notas, a comunicação na net pecou por escassa, e um elemento da organização intimamente ligado ao seu computador portátil, deveria fazer um esforço para se mostrar mais amistoso, pois transmite a ideia de que está ali a fazer um gigantesco frete aos atletas.

Resumindo, mais um excelente fim de semana ligado ao BTT! Fiquei fã incondicional de Mêda.

E não adianta prosar muito mais!

As muitas … (minhas…) fotos possíveis no

O meu registo

O percurso (incompleto) no .


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Viva o Ciclismo!

Há uns tempos atrás “tropecei” neste vídeo e fiquei emocionado.
Decidi partilhá-lo convosco.

Tem 19 minutos, e se calhar vê-lo acaba por ser um exercício um pouco longo para as nossas vidas “atarefadas”, onde apenas o imediato nos satisfaz.
Mas, acredito que se calhar alguns de vós terão a paciência de o ver por completo, e dar por muito bem empregue o tempo.

Mostra uma perspectiva bem diferente do ambiente vivido na Volta a França de 1962.

E já passados 50 anos, a essência do desporto que gostamos permanece intacta!

Fiquem bem!

Mais informações AQUI.


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Trilhos internacionais…

Aqui fica uma curiosa crónica de camaradas do pedal “nuestros hermanos”, a título de rescaldo da sua participação nos Trilhos do Douro Internacional.

Classificações AQUI.

Para mais tarde recordar,  deixo um vídeo filmado numa das mais espectaculares partes do TDI 2012. Uma descida de cortar a respiração!

Venha o TDI 2013!