GandaM@lhos BTT

A glória não está em não cair…, mas sim em levantar-se sempre…


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Ciclismo para todos na ACB

Uma vez que este Inverno insiste em boicotar qualquer pretensão de saída de bicicleta, pode-se aproveitar e pensar naqueles processos mais burocráticos ligados ao ciclismo.

Estamos assim...

Estamos assim…

Um desses processos importantes tem que ver com o facto de se poder praticar o ciclismo federado.
O programa “ciclismo para todos”, da UVP/FPC tenta sensibilizar os praticantes da modalidade, para os riscos que a prática acarreta, seja na via pública,  em eventos oficiais, passeios, provas abertas e “granfondos”.

Ao ser atleta federado no programa “ciclismo para todos” está a aumentar a sua segurança e a dos outros.

A Associação de Ciclismo de Bragança, filada da UVP/FPC promove e agradece a inscrição de atletas neste programa.

Open Regional Maratonas XCM

Open Regional Maratonas XCM

A ACB, promove um conjunto de actividades ligadas ao ciclismo de enorme relevância, das quais posso destacar: o habitual Open Regional de Maratonas e Meias Maratonas ACB,  uma escola de BTT para jovens atletas, e a novidade deste ano, o Open Regional de estrada, a disputar por terras transmontanas.

Open Regional de Estrada

Open Regional de Estrada

A estas actividades acrescem ainda, em paralelo, os respectivos open regionais de merendas 😉 , e a possibilidade de poder desfrutar de paisagens e percursos de espectacularidade ímpar, sempre acompanhados da simpatia natural daquelas gentes.

Petiscos de BTT no rio Angueira

Petiscos de BTT no rio Angueira

Toda a informação está no sítio oficial da ACB, muito bem documentada, e, de fácil acesso.

Não há que hesitar! Na ACB vou-me federar, para poder merendar!…. 🙂

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A divina loucura…

Finalmente a remover  as teias de aranha deste blogue…

Ainda recuperando de uma arreliadora lesão no tornozelo, que já desde Março me tem impedido de pedalar por este jardim plantado à beira mar, regresso para deixar umas impressões sobre mais uma participação do GandaMalhos BTT.

CamelBack à frente...

CamelBack à frente…

Local escolhido para o regresso às lides ciclistas foi Bragança,  o evento foi a I Maratona das Cantarinhas, organizada pelo Velo Clube de Bragança, mais uma associação de boas vontades que se une para promover o ciclismo e um  estilo de vida saudável por terras transmontanas.

Num dia de céu limpo e temperatura amena, que tornou tudo ainda mais perfeito para pedalar, e após os habituais preparativos, lá saiu o compacto pelotón de betetistas para atacar um percurso espectacular nas imediações de Bragança.

Boa disposição

Boa disposição na 1.ª subida

Não posso deixar de afirmar que se trata da minha zona de eleição para pedalar, pois gosto mesmo daquele enquadramento paisagístico e do terreno, e podendo ser suspeito, são mesmo momentos de rara beleza os que se vivem em cima de uma bicicleta, em terras transmontanas.

O Velo Clube escolheu um percurso bem durinho para os atletas, (fiz a meia maratona com perto de 1000 m +) mas sempre ciclável, engalanado de paisagens de cortar a respiração, muitíssimo bem marcado, com muitos fotógrafos pelo caminho, e com um abastecimento de se lhe tirar o chapéu. Excelente trabalho do Velo Clube, mesmo sendo o primeiro evento organizado que puseram no terreno.

Ficará, no entanto, na minha memória por muito tempo a descida desde a serra de Nogueira até Bragança como um dos troços de BTT mais espectaculares que fiz até hoje. Não sei se foi das saudades de andar de bicicleta, mas foi mesmo a divina loucura percorrer aqueles quase 10 km de “gás à tábua”, onde o coração batia quase tanto como se de uma subida se tratasse. Muita adrenalina e prazer, e o pé magoado também gostou da tareia, só se manifestando no final. Fantástico!

Muito fixe...sim senhor

Muito fixe…sim senhor

Uma palavra também para a Associação de Ciclismo de Bragança, que patrocina a realização de um Open Regional de maratonas XCM/Ecopark Azibo, que rivaliza e supera em qualidade algumas organizações de eventos congéneres,  designadamente algumas perto de grandes cidades deste país… Um dos exemplos que posso aqui referir é o facto que me chamou a atenção, de que os controlos de passagem dos atletas são marcados numa pulseira fornecida ao atleta na partida e que no final é cortada para verificação individual.

Com um leque de promissores atletas que voam baixinho, é uma prova que merece ter mais visibilidade para trazer mais “tubarões” e atletas de lazer de outras zonas, para poderem apreciar o que de melhor se vai fazendo neste país em termos de BTT.

A divina loucura segue agora para Ervedosa, na Rota do Mineiro, a minha favorita desde há 4 anos.

Ficam os meus registos:

O meu registo .

O percurso  no .


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Mais BTT em Trás os Montes!

Vilar do Monte, freguesia do concelho de Macedo de Cavaleiros continua em grande forma e recebeu pela 10.ª vez consecutiva um conjunto bem razoável de betetistas que ali se deslocaram para pedalar naquela bonita região.

O dia de Outono limpo e relativamente fresco, prometia uma agradável jornada do pedal.
O programa constava de uma Maratona de 67 km a contar para o Open de Maratonas da A. Ciclismo de Bragança, com + de 2000 de acumulado de subidas, que prometia dureza, que se veio a verificar, pois foram unânimes os comentários que recolhi no final quanto à dureza do percurso

1.ªs pedaladas…

Disponíveis também percursos menores, e ainda um passeio pedestre para acompanhantes.
O relevo circundante a Vilar do Monte, impõe que a prova tenha sempre uma parte inicial bem “rolante”, onde o ritmo é sempre muito vivo, antes de se iniciarem as dificuldades da subida às alturas da Serra de Bornes. Para quem pode, esta dura subida acaba por ser atenuada pela espectacular paisagem que se vai desfrutando ao longo do seu percurso, ora por atravessar autênticos túneis de vegetação, onde já nem o sol consegue penetrar, ora pela impressionante extensão de terra transmontana que se consegue avistar a partir dos seus pontos mais altos. Verdadeiramente belo!

Paisagens

Diferente do ano passado, foi o facto de não haver uma única fita a marcar o percurso… usando-se apenas placas e cal no chão. Ousado esquema, mas que ali, fruto do imenso trabalho, resulta na perfeição, com a totalidade no percurso marcado de forma irrepreensível.
Acresce ainda o facto de que terminada a maratona, não fica nem uma placa de sinalização no percurso, facto que pude constatar…

Ainda comparando com o ano passado, apenas senti falta de um “single track” espectacular que houve no início da maratona de 2011, quanto ao mais tudo 5 estrelas.

Subindo…

E senti também a falta de terminar a prova… Mais uma desistência! Desta vez por motivo de rasgo no pneu traseiro, já após ter feito toda a imensa subida ao cimo de Bornes. A tecnologia para desmontar a válvula tubeless não foi muito amigável para mim, pois não a consegui retirar para colocar uma câmara normal, pelo que acabei por cortar a meta a bordo do carro de bombeiros que fechava o percurso.

Primeira vez que tal sucede, mas também uma experiência bem radical, pois viajar de pick-up no ambiente natural do BTT, garanto que trás mesmo muita adrenalina…
Com o orgulho ferido… 😦 , e com umas mazelas feias no quadro da KTM, lá terminei mais uma jornada com 50 km de excelente BTT, junto de pessoas bem simpáticas, num ambiente muito acolhedor, que “obriga” a lá regressar uma vez mais em 2013.

Parabéns à Vimont, pois consegue organizar um excelente evento de BTT, mesmo com as limitações que uma localidade com pouco mais de 100 habitantes tem.
Quanto a mim: Melhores dias virão….!
Classificações (provisórias) da maratona…

As (poucas) fotos possíveis no

O meu registo

O percurso (incompleto…) no .